O assunto desta semana está relacionado a um comentário do amigo Ivan Sebben. Por que dois profissionais ou projetos com conteúdos semelhantes podem ser mais ou menos atraentes?
A marca pessoal está muito ligada ao famoso diferencial. Assim como preferimos determinadas marcas de produtos, valorizamos num profissional características que nos remetem confiança. E isso tem tudo a ver com o que ele comunica. Pense, por exemplo, por qual motivo escolheu o seu médico, dentista, advogado, psicólogo…

E como desenvolver a sua marca?
Sabendo quais são os seus pontos fortes.
O que você mais admira em si? Por quais motivos você normalmente ouve elogios? O que o deixa mais satisfeito? Em que situações você é lembrado?
Mesmo sem percebê-los, os nossos talentos estão presentes naquilo que nos deixa mais motivados; nas áreas onde as pessoas pedem a sua ajuda ou opinião; ou numa capacidade de organização ou foco, por exemplo.
Para desenvolver os seus diferenciais, você precisa conhecê-los –- converse com as pessoas sobre isso, pergunte o que elas acham de você; pense nas atividades de que mais gostava na infância e adolescência ou nos projetos que planeja para o futuro.
Depois de reconhecer as suas potencialidades, use-as no seu dia-a-dia –- no trabalho e fora dele. A formação da sua marca começa aí, quando você reforça e comunica as características que são a sua cara.

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