Com que frequência você deixa de se manifestar em situações em que se sente passado para trás? Por exemplo, quando o preço de um produto passa um pouco mais caro no caixa do mercado e você pensa não valer a pena esperar pela conferência do valor; quando um amigo fala um pouco demais sobre algo confidencial e você prefere deixar pra lá; quando um taxista faz um caminho muito maior e você procura pensar que talvez fosse o único trajeto que ele conhecesse…
E com que frequência, depois de fatos como esses, você fica remoendo a injustiça pela qual passou e até se culpa por não ter dito nada?
A assertividade ameniza muito essa sensação. É quando você deixa de ser passivo num momento que pede alguma reação. Tem gente que para não levar desaforo para casa extrapola bastante essa reação e acaba se expressando com agressividade. Consequentemente, deixa de ser assertivo e acaba perdendo a razão.
Ser assertivo é conseguir expor com firmeza e equilíbrio as nossas emoções. Para tanto, é necessário observar alguns passos:
1. Conhecer que emoções foram despertadas;
2. Entender a situação;
3. Pensar antes no que falar, para não permitir que a cabeça quente coloque tudo a perder.
As psicoterapeutas Maria Brandão e Fátima Conte recomendam falar sempre que possível sobre o que sentimos ou pensamos: “fortalecemos nosso senso de eu, nosso valor pessoal e nossa autoconfiança quando falamos sobre como as pessoas nos afetam, tanto positiva quando negativamente”.
E a melhor forma de treinar a assertividade é sendo assertivo. Experimente e veja que se sentirá muito mais leve.

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