Você se lembra da última vez em que sentiu vontade de sumir do mapa? De quando passou por um constrangimento tão grande que desejava simplesmente desaparecer?
Com o rosto vermelho, o corpo mais quente, a voz oscilante… o brilho e o vigor parecem ir embora. Momentaneamente, a vergonha é quem o domina.

Falhar diante dos outros, sentir-se menor e menos capaz são os causadores dessas sensações que tentamos evitar a todo custo. Mas, inevitavelmente, com maior ou menor frequência, todos erramos. O importante é observar o que você faz após uma situação dessas: contorna ou se entrega ao sentimento de autodestruição e autossabotagem.

Não somos perfeitos e não acertamos sempre. Parece óbvio. Mas às vezes precisamos de um tombo para descermos do salto e enxergarmos o mundo sob a perspectiva real: imperfeito e com zilhões de elementos que não podemos controlar.

Quando falhamos e encaramos a fato do tamanho que ele tem – nem superestimando, nem fugindo –, nos tornamos pessoas melhores e mais generosas, inclusive com os erros alheios.
O chacoalhão também é motivador, porque nos faz entender o descuido e buscar alternativas melhores e mais eficazes.

Só evolui quem arrisca. E o erro faz parte do processo.

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