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Uau, Rishikesh! Impressionante como pude me sentir imediatamente acolhida por um lugar ainda desconhecido. Parece até que já estive aqui muitas vezes, de tão à vontade que estou. Rishikesh será meu lar por três meses. Cheguei à noite e abri um sorriso que simplesmente não descolava da boca. No amanhecer, uma paixão arrebatadora pelo rio Ganges. Ganga, para nós íntimos.

fullsizerender-3Daqui, retomei meus atendimentos de coaching e mentoria por skype, numa salinha do hotel, ao lado do meu bróder Osho.

Os dias seguintes foram de mergulho na Ayurveda, medicina tradicional indiana que é um dos maiores focos de aprendizado da minha jornada na Índia. Fui examinada por um ancião, com inglês rudimentar, que identificou meus doshas predominantes, cravou todos os meus incômodos e prescreveu em sânscrito cinco fitoterápicos e um panchakarma – a massagem tradicional com óleos. Foi a quatro mãos. Duas senhoras me besuntaram por uma hora dos cabelos às unhas dos pés. Focaram na cervical, me batendo com uma coisa quente. Agora to achando engraçado, mas pensei na hora que fosse ficar queimada. Nos minutos finais, dormi pesado. Deu certo o negócio.

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O processo de cura ayurvédica se baseia em seis pilares: alimentação, plantas medicinais, massagem, rotina, yoga e meditação. Há alimentos ou hábitos que não fazem bem a algumas pessoas e são excelentes para outras. Ao identificarmos nossos doshas predominantes e cuidarmos com o o que, como e quanto comemos, por exemplo, equilibramos nossos comportamentos e reagimos menos instintivamente às situações. Ou seja, ficamos mais emocional, espiritual e corporalmente inteligentes. Acho isso sensacional e vou agregar ao meu trabalho de facilitação de travessias, com a formação intensiva em Ayurveda que começa em breve.

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